
Deep Plane Facelift em São Paulo
Rejuvenescimento da face e do pescoço pelo plano profundo, no Hospital Albert Einstein. O resultado que ninguém nomeia — só percebe que você está bem.
Dr. Lucas F. M. Carneiro · Médico · Cirurgião Plástico · CRM/SP: 136.298 · RQE: 50.532
- Duração
- 4 a 6 horas, com necklift
- Anestesia
- geral
- Internação
- uma noite
- Retirada de pontos
- 7 a 10 dias
- Exposição social
- entre a 2ª e a 3ª semana
- Retornos
- 7 dias, 14 a 21 dias e 2 meses
- Resultado definitivo
- 6 a 12 meses
- Onde
- Hospital Albert Einstein
Em resumo
O Deep Plane Facelift é uma técnica de lifting facial que atua abaixo do SMAS e, nos segmentos indicados, libera ligamentos de retenção para permitir maior mobilidade dos tecidos profundos e seu reposicionamento com menor dependência de tração cutânea. É indicado, em geral, entre os 45 e os 75 anos, quando há flacidez significativa de face e pescoço, mas a técnica é escolhida pela anatomia e não apenas pela idade. Realizo o procedimento sob anestesia geral, no Hospital Albert Einstein, com duração de 4 a 6 horas quando associado ao necklift, uma noite de internação e retornos em 7 dias, 14 a 21 dias e 2 meses. Os resultados de um facelift bem indicado podem permanecer perceptíveis por muitos anos; séries de longo prazo descrevem intervalos médios em torno de uma década até uma nova cirurgia em pacientes que optam por revisão. Isso é uma expectativa, não uma garantia, e varia conforme peso, fotoproteção, tabagismo, cuidado com a pele, genética e manutenção.
O que acontece
Por que o rosto envelhece — e por que esticar a pele não resolve
“Eu não quero parecer outra pessoa. Só quero parar de parecer cansada.” É a frase que mais ouço na primeira consulta de facelift, e ela descreve com precisão o que a cirurgia faz quando é bem indicada.
O rosto envelhece em camadas. A pele perde colágeno e elastina. Os compartimentos de gordura, que na juventude formam um volume contínuo, se separam e descem. O osso da órbita e do malar reabsorve e perde projeção. E os ligamentos de retenção — estruturas fibrosas que ancoram os tecidos profundos ao esqueleto — mantêm alguns pontos presos enquanto tudo ao redor cai. O resultado é o que a paciente vê no espelho: sulco nasolabial marcado, “bigode chinês”, perda do contorno da mandíbula, papada e bandas no pescoço.
Um lifting que dependa principalmente da tração da pele, sem tratar adequadamente as estruturas profundas responsáveis pela queda, pode concentrar tensão na superfície e produzir um aspecto menos natural. Isso não significa que o Deep Plane seja superior a todas as técnicas: plicaturas de SMAS, SMASectomias e técnicas de High SMAS modernas podem produzir excelentes resultados quando bem indicadas e executadas. Na minha prática, escolho o plano de trabalho de acordo com a anatomia, o grau de mobilidade dos tecidos, a flacidez, o padrão de envelhecimento e a necessidade ou não de liberação dos ligamentos de retenção.

Indicação
Para quem é — e para quem eu não indico
Indico o Deep Plane Facelift para:
pessoas em geral entre 45 e 75 anos, com flacidez significativa de face e pescoço;
quem nota que perdeu a definição da mandíbula e que o pescoço apresenta bandas ou excesso de pele;
quem já tentou procedimentos minimamente invasivos e não obteve o resultado esperado;
quem busca um resultado natural e duradouro, não uma mudança de identidade;
pacientes em bom estado geral, com avaliação cardiológica completa dentro da normalidade.
Não indico — ou adio — quando:
a paciente fuma e não consegue parar 4 semanas antes e 4 semanas depois: a nicotina compromete a circulação do retalho e o risco de necrose de pele deixa de ser aceitável;
há doença cardíaca ou distúrbio de coagulação não controlado;
a expectativa é de resultado sem cirurgia, ou de parecer outra pessoa;
há instabilidade emocional importante no momento da decisão — a cirurgia certa na hora errada é uma cirurgia errada;
o problema real é de volume ou de qualidade da pele, e não de posição dos tecidos: nesse caso o facelift não é a resposta, e eu digo isso na consulta.
A idade, por si só, não é contraindicação. O que decide é o estado clínico. Já operei pacientes de 72 a 78 anos com excelente evolução, com avaliação cardiológica e anestesiológica dentro do esperado.
Consulta
Como avalio na consulta
Quando avalio a paciente na primeira consulta, sigo uma ordem que não muda. Primeiro, a qualidade da pele: espessura, fotoenvelhecimento, elasticidade. Depois, a posição dos tecidos profundos: onde está o malar, quanto o sulco nasolabial é de queda e quanto é de volume, como está o contorno mandibular. Em seguida, o pescoço: se há excesso de pele, se há bandas de platisma, se há gordura acima ou abaixo do músculo, e como está o ângulo cervicomentoniano. Por fim, as pálpebras e a testa, porque o facelift não trata o terço superior e a paciente precisa saber disso antes de decidir.
O que me faz mudar de plano: uma paciente que chega pedindo facelift e cuja queixa principal está nas pálpebras vai ouvir que a blefaroplastia resolve mais do que o lifting. Uma paciente com pescoço muito comprometido e face razoável pode precisar mais de um necklift completo do que de um facelift extenso. E uma paciente com pele muito fina e fotoenvelhecida precisa saber que o lifting reposiciona, mas não troca a pele.
É sempre importante lembrar que o Deep Plane Facelift não é indicado empiricamente para todas as pacientes. Avalio cada caso individualmente para verificar se o Deep Plane está indicado ou se existem outras opções mais adequadas para aquela anatomia, como mini lifting, plicatura do SMAS, SMASectomia ou lifting facial com High SMAS. O Deep Plane não é uma técnica superior em todos os aspectos; em casos selecionados, porém, a liberação profunda pode alcançar uma mobilização dos tecidos que técnicas mais superficiais não oferecem da mesma forma. Durante essa avaliação, verifico:
o nível de flacidez e de alteração do posicionamento das estruturas do rosto
grau de reabsorção óssea
mobilidade dos tecidos
mobilidade dos maxilares
quantidade de sobra de pele
qualidade da pele
Técnica
As técnicas — o que muda entre elas
| Aspecto | Lifting cutâneo / plicatura de SMAS | High SMAS | Deep Plane |
|---|---|---|---|
| Plano de trabalho | pele e estruturas superficiais; a extensão varia conforme a técnica | reposição do SMAS com dissecção mais alta para mobilização do terço médio | plano profundo ao SMAS, com liberação seletiva de ligamentos de retenção |
| O que reposiciona | pele e suporte superficial, conforme a técnica | SMAS e terço médio | tecidos profundos da face média e contorno mandibular; pescoço quando associado ao necklift |
| Tensão na pele | pode ser maior quando o resultado depende excessivamente de tração cutânea | deve ser baixa quando o reposicionamento profundo está bem executado | busca baixa tensão cutânea após mobilização profunda |
| Aspecto “esticado” | não é inerente à técnica; relaciona-se sobretudo a excesso de tração, vetores e indicação | baixo quando bem indicado e executado | baixo quando bem indicado e executado |
| Indicação típica | flacidez leve a moderada, conforme anatomia e técnica | casos em que se deseja maior mobilização do SMAS/terço médio | casos selecionados com flacidez moderada a acentuada e necessidade de maior mobilidade dos tecidos profundos |
| Durabilidade | variável; técnicas modernas de SMAS podem produzir resultados de longa duração | variável | resultados de longa duração; a literatura não demonstra superioridade universal e séries de revisão descrevem intervalos em torno de uma década |
Passo a passo
Como é a cirurgia

A cirurgia é feita sob anestesia geral, no Hospital Albert Einstein, e dura de 4 a 6 horas quando associo o necklift. No planejamento eletivo, procuro manter a previsão inicial abaixo de seis horas. A Resolução Cremesp nº 400/2026 veda o agendamento eletivo de cirurgia plástica cuja previsão inicial seja igual ou superior a seis horas em ato único, salvo situação de extrema necessidade com justificativa técnica detalhada e fundamentada em prontuário. Quando procedimentos associados fariam o planejamento alcançar ou ultrapassar esse limite, prefiro dividir em dois tempos cirúrgicos — uma conduta de segurança que eu já adotava antes da norma.
As incisões ficam em áreas naturalmente camufladas: na frente da orelha, seguindo o contorno do tragus, atrás da orelha e dentro do couro cabeludo. A partir delas, entro abaixo do SMAS e libero os ligamentos de retenção — zigomático, massetérico e mandibular. É esse passo que diferencia o Deep Plane de qualquer outra técnica: com os ligamentos soltos, o bloco de tecidos profundos sobe para onde estava, e a pele é apenas redistribuída, sem tração.
No pescoço, trato o platisma — o músculo que forma as bandas — e o excesso de pele cervical, refinando o ângulo entre o queixo e o pescoço. Quando há gordura profunda, ela é tratada no mesmo tempo. Ao final, o fechamento é feito sem tensão, com pontos finos; alguns são reabsorvíveis, outros retiro no consultório entre 7 e 10 dias.
Na maior parte dos casos, não utilizo dreno, pois faço a rede hemostática: uma sutura transdérmica que aproxima e fixa temporariamente a pele descolada aos planos profundos, reduz o espaço potencial sob o retalho e pode limitar a expansão de pequenos sangramentos. A literatura recente descreve baixas taxas de hematoma em séries que utilizam essa estratégia, mas a rede hemostática não substitui a hemostasia cirúrgica cuidadosa nem a avaliação imediata de um hematoma expansivo. A técnica exige execução criteriosa para reduzir o risco de marcas cutâneas, isquemia ou necrose. Em situações selecionadas, além da rede hemostática, posso indicar drenos.

Quem opera
Dr. Lucas F. M. Carneiro
Cirurgião Plástico · CRM-SP 136.298 · RQE 50.532
- Título de Especialista em Cirurgia Plástica pela SBCP, reconhecido pela AMB e pelo MEC
- Membro do corpo clínico do Hospital Israelita Albert Einstein desde 2015
- Residência em Cirurgia Plástica — Faculdade de Medicina do ABC
- Fellowship — DKFZ, Centro Alemão de Pesquisa em Câncer, Heidelberg
- Criador do Método Plástica para Pacientes
- Atende em português, inglês e espanhol
Transparência
Riscos — e como eu conduzo cada um
Facelift é cirurgia, e cirurgia tem riscos. Prefiro que a paciente saiba quais são e o que eu faço quando acontecem, em vez de ouvir que são “mínimos”.
Hematoma — acúmulo de sangue sob o retalho nas primeiras horas. É a complicação mais frequente do facelift (mesmo sendo rara) e a mais urgente: cresce rápido, assimetriza um lado e dói. Por isso a paciente pernoita no hospital, com a equipe atenta, e por isso eu controlo a pressão arterial e os medicamentos que interferem na coagulação antes da cirurgia. Se ocorre, é drenado — no mesmo dia, no hospital.
Equimose — o arroxeado da pele, que não é complicação: é sinal esperado, que fica amarelado e desaparece sozinho em duas a três semanas. Diferente do que ocorria antigamente, quando pacientes saíam de uma cirurgia de facelift com grandes equimoses (arroxeados) na pele, atualmente, devido às táticas cirúrgicas durante o procedimento, conseguimos fazer com que haja uma mínima quantidade de equimoses.
Lesão do nervo facial — quando ocorre, a maioria das alterações descritas é temporária e pode se recuperar em semanas a meses; lesão permanente é rara. O trabalho no plano profundo exige conhecimento detalhado da anatomia dos ramos do nervo facial e execução técnica cuidadosa.
Alteração de sensibilidade na pele da face e da orelha — comum e transitória, na maioria dos casos.
Necrose de pele — rara, mas o risco aumenta de forma importante com tabagismo e exposição à nicotina, além de fatores vasculares, tensão e comprometimento da perfusão do retalho. É um dos motivos pelos quais exijo interrupção do tabagismo no período perioperatório.
Cicatriz alargada ou alopecia junto ao couro cabeludo — evitada com fechamento sem tensão; quando precisa de revisão, isso é feito não antes de 12 a 18 meses.
Infecção — rara, com antibiótico profilático e ambiente hospitalar.
Pós-operatório
Recuperação semana a semana
| Período | O que esperar | O que fazer |
|---|---|---|
| Dia 1 | pernoite no hospital; sensação de peso e tensão, não de dor intensa | analgesia prescrita; cabeceira elevada |
| Dias 2 a 7 | edema e equimoses são esperados; desconforto geralmente pequeno | repouso relativo, sem esforço; retorno em 7 dias |
| Dias 7 a 10 | retirada dos pontos não reabsorvíveis | orientação de cicatriz |
| Dias 14 a 21 | edema profundo ainda pode estar presente; segundo retorno | no meu protocolo, drenagem linfática somente a partir daqui, se eu indicar |
| Semanas 2 a 3 | exposição social possível na grande maioria | maquiagem liberada sobre pele íntegra |
| Dia 21 em diante | retorno progressivo às atividades | exercício orientado; silicone tópico quando a cicatriz estiver seca |
| 2 meses | terceiro retorno | reavaliação da evolução |
| 6 a 12 meses | resultado amadurecendo; cicatrizes em maturação | fotoproteção contínua |


Onde opero
Realizo o Deep Plane Facelift no Hospital Albert Einstein, onde integro o corpo clínico desde 2015. Na minha prática, um facelift de 4 a 6 horas sob anestesia geral é realizado em hospital de alta complexidade, com equipe de anestesiologia dedicada, monitoramento contínuo e retaguarda para intercorrências. Na grande maioria das cirurgias essa estrutura adicional não precisa ser acionada — mas prefiro que ela esteja disponível caso o incomum aconteça. Hospital Albert Einstein
Pacientes de outras cidades e de outros países
A consulta de avaliação pode ser feita por vídeo. Os exames pré-operatórios — avaliação cardiológica completa e laboratório — podem ser feitos na cidade de origem e enviados antes da viagem. Para voos acima de 5 horas, a recomendação de permanência em São Paulo é de 14 a 21 dias, o que cobre os dois primeiros retornos; o retorno de 2 meses é feito por vídeo. pacientes internacionais
Método Plástica para Pacientes
O preparo e a recuperação do facelift seguem a estrutura do Método Plástica para Pacientes, que criei para organizar a consulta, o pré-operatório e o acompanhamento até o resultado definitivo. A paciente que chega preparada faz perguntas melhores e decide com mais segurança. Método Plástica para Pacientes
Perguntas Frequentes
Dúvidas sobre Deep Plane Facelift
Qual a diferença entre Deep Plane e facelift convencional?
Existem várias técnicas chamadas de “facelift convencional”, desde procedimentos mais cutâneos até plicaturas, SMASectomias e retalhos de SMAS. O Deep Plane se diferencia por trabalhar em um plano profundo e, nos segmentos indicados, liberar ligamentos de retenção para aumentar a mobilidade dos tecidos. Não existe evidência suficiente para afirmar que uma única técnica seja superior em todos os pacientes; na minha prática, a escolha depende da anatomia, do grau de queda, da mobilidade dos tecidos, da reabsorção óssea e do objetivo cirúrgico.
Quanto tempo dura o resultado?
O resultado pode permanecer perceptível por muitos anos. Estudos de longo prazo com técnicas de facelift descrevem resultados mantidos por cerca de uma década ou mais, e séries de Deep Plane relatam intervalo médio próximo de 11 anos até uma cirurgia de revisão entre os pacientes que retornaram para novo lifting. Isso é uma referência populacional, não uma garantia individual. Você continua envelhecendo, e a durabilidade varia conforme manutenção de peso, fotoproteção, tabagismo, cuidado com a pele, atividade física, genética e procedimentos de manutenção.
Onde ficam as cicatrizes?
Na frente e atrás da orelha e dentro do couro cabeludo. Com fechamento sem tensão e maturação completa, entre 6 e 12 meses, tornam-se muito discretas na grande maioria dos casos.
Facelift dói?
Durante, não — é anestesia geral. Depois, a sensação predominante é de peso e tensão. A maioria das pacientes usa analgésico simples por 3 a 5 dias.
Hematoma e roxo são a mesma coisa?
Não. O roxo é equimose: sangue em pequena quantidade espalhado no tecido, sinal esperado que amarela e some sozinho. Hematoma é sangue acumulado num espaço sob o retalho, cresce rápido e exige avaliação imediata. É a complicação mais frequente do facelift, e é por isso que você dorme no hospital na primeira noite.
Quando posso fazer drenagem linfática?
No meu protocolo, somente a partir de 14 a 21 dias e apenas se eu indicar, após avaliar a fixação dos tecidos e a evolução do edema. Outros cirurgiões podem adotar cronogramas diferentes.
É possível fazer facelift depois dos 70 anos?
Sim, desde que a avaliação cardiológica e anestesiológica estejam dentro do esperado. A idade não decide; o estado clínico decide.
O facelift trata as pálpebras e a testa?
Não. O Deep Plane trata face média, contorno mandibular e pescoço. Pálpebras são tratadas pela blefaroplastia, que frequentemente combino no mesmo ato; testa e sobrancelhas, por outras técnicas. A avaliação define o conjunto.
Posso combinar com outros procedimentos?
Sim. Blefaroplastia e necklift são as combinações mais frequentes; enxerto de gordura facial em casos selecionados. Planejo para caber dentro das seis horas de cirurgia; quando não cabe, divido em dois tempos.
Quanto custa um Deep Plane Facelift?
O valor do procedimento é individualizado e depende do plano cirúrgico: extensão do facelift, necklift, procedimentos associados, hospital e equipe de anestesia. A Resolução CFM nº 2.336/2023 permite divulgar o valor da consulta, mas os valores de procedimentos individualizados devem ser acordados entre as partes após a avaliação e não devem ser colocados em anúncios publicitários. O orçamento completo é apresentado por escrito após a consulta.
Glossário
- SMAS
- sistema músculo-aponeurótico superficial; camada entre a pele e os músculos da mímica.
- Ligamentos de retenção
- estruturas que ancoram os tecidos profundos ao esqueleto facial.
- Platisma
- músculo superficial do pescoço, responsável pelas bandas.
- Necklift
- tratamento cirúrgico do pescoço, associado ou não ao facelift.
- Equimose
- arroxeado da pele por pequena quantidade de sangue no subcutâneo; sinal, não complicação.
- Hematoma
- acúmulo de sangue num espaço sob o retalho; complicação.
Referências médicas e normativas
- Vayalapra S, Guerero DN, Sandhu V, et al. Comparing the Safety and Efficacy of Superficial Musculoaponeurotic System and Deep Plane Facelift Techniques: A Systematic Review and Meta-analysis. Ann Plast Surg. 2025;95(5):582-589. doi:10.1097/SAP.0000000000004454.
- Khoury S, Almubarak Z, Khan H, et al. The Deep Plane versus SMAS Facelift: A Systematic Review and Meta-Analysis. Aesthetic Plast Surg. 2025;49(21):5895-5903. doi:10.1007/s00266-025-05118-x.
- Neel OF, Alsubhi MN, Alotaibi H, et al. Deep Plane Versus SMAS Plication Facelift: A Prospective Cohort Study of Clinical Outcomes and Complication Rates. Aesthetic Plast Surg. 2026. doi:10.1007/s00266-026-06115-4.
- Koroma P, Reji N, Burridge I, et al. Deep Plane Facelifts: A Systematic Review and Meta-Analysis of Outcomes. Aesthetic Plast Surg. 2026. doi:10.1007/s00266-026-06138-x.
- Ribeiro LF, de Freitas LR, Udoma-Udofa OC, et al. Efficacy and safety of hemostatic net in facelift and rejuvenation surgeries (browlift and necklift): A systematic review and meta-analysis. J Plast Reconstr Aesthet Surg. 2026;116:118-130. doi:10.1016/j.bjps.2026.03.029.
- Thirty Years of Deep Plane Facelifts: Characterizing Outcomes and Longevity. PubMed PMID: 41749415. 2026.
- Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo. Resolução CREMESP nº 400, de 26 de maio de 2026. Diretrizes para cirurgias plásticas eletivas extensas, múltiplas ou combinadas.
- Conselho Federal de Medicina. Resolução CFM nº 2.336/2023 e Manual de Publicidade Médica.
Conteúdo educativo, elaborado e revisado clinicamente por Dr. Lucas F. M. Carneiro · Médico · Cirurgião Plástico · CRM/SP: 136.298 · RQE: 50.532. Não substitui consulta médica.
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