Perguntas para Fazer ao Cirurgião Plástico na Consulta (e as Respostas que Espero Dar)
As perguntas para fazer ao cirurgião plástico na consulta, em blocos: formação, hospital, técnica, riscos e acompanhamento, com a resposta que dou a cada uma.

Resumo. A consulta com o cirurgião plástico é o momento em que a paciente pode transformar uma busca vaga, como "melhor cirurgião plástico de São Paulo", em perguntas com resposta verificável. As perguntas que importam se organizam em blocos: formação e título, onde e com quem ele opera, qual técnica propõe para o seu caso e por quê, quais são os riscos e como ele conduz uma complicação, como é a recuperação e o afastamento, como funciona o acompanhamento e o que ele se recusa a fazer. Neste artigo listo essas perguntas e a resposta que dou a cada uma, inclusive à que ouço com frequência: "o senhor é o melhor cirurgião plástico de São Paulo?". Não existe ranking; o que existe pode ser conferido.
Introdução
Ela entrou, sentou e abriu um caderno pequeno. "Doutor, eu escrevi tudo o que eu queria perguntar, porque na última consulta que fiz, com outro médico, saí de lá sem lembrar de metade. São dezessete perguntas. O senhor se importa?"
Não me importo. A paciente que chega com lista escrita está fazendo a coisa certa. A consulta tem muita informação em pouco tempo, e a memória, sob ansiedade, falha. Uma lista transforma a consulta em uma conversa com começo, meio e fim.
Neste artigo publico a lista que eu gostaria que toda paciente trouxesse, em blocos, com a resposta que dou na prática. Não para que a paciente aceite minhas respostas, mas para que saiba que tipo de resposta esperar de qualquer cirurgião.
A anatomia da consulta: como ela funciona antes de qualquer pergunta
A escuta vem antes do exame. Nos primeiros minutos, não examino e não proponho nada. Pergunto o que incomoda, desde quando, o que espera e o que teme. Quem chega dizendo "quero um facelift" muitas vezes descreve, ao falar, uma queixa que pede outra coisa.
O exame físico é o que decide. Avalio a qualidade e a espessura da pele, a flacidez, a distribuição de gordura, as cicatrizes anteriores. No abdome e nos flancos, faço o pinch test, a medida da prega de pele e gordura entre os dedos, para estimar quanto é gordura e quanto é flacidez, porque isso muda a técnica. Na face, avalio o terço médio, a linha mandibular e as bandas platismais.
Não se decide na hora. A primeira consulta termina com um plano proposto e uma lista de exames, incluindo, no meu protocolo para cirurgias de médio e grande porte, avaliação cardiológica. A decisão fica para depois, quando a paciente leu, pensou e voltou com novas perguntas. A pressa é um sinal de alerta.
O que a paciente precisa saber antes de decidir
A qualidade da resposta importa mais do que a resposta em si. Dois cirurgiões competentes podem propor técnicas diferentes para o mesmo caso. O que a paciente deve observar é se cada um explica o raciocínio, admite limites e descreve o que faria se algo desse errado. Uma resposta vaga sobre complicação diz mais do que qualquer diploma na parede.
Nenhuma pergunta é indelicada. Perguntar sobre título, sobre em qual hospital a cirurgia acontece e sobre como o cirurgião conduz um hematoma não é ofensa. É o que a Resolução CFM 2.336/2023 pressupõe ao proibir o médico de se anunciar como o melhor: a paciente precisa verificar por conta própria.
A lista escrita deve caber na consulta. Dezessete perguntas cabem, desde que organizadas nos blocos abaixo. Com uma pergunta de cada bloco, a paciente já sai com o essencial.
Quando é indicado — e quando não é
Fazer essas perguntas é especialmente útil quando a paciente considera um procedimento de médio ou grande porte: facelift, Mommy Makeover, lipoabdominoplastia, mamoplastias, blefaroplastia sob anestesia geral. Quanto maior o porte, mais importam as respostas sobre hospital, anestesia e complicação. É indicado também na segunda opinião: a paciente que já tem um plano deve trazer as mesmas perguntas e comparar as respostas, não as impressões.
Não é indicado transformar a consulta em interrogatório sobre volume de casos. "Quantas cirurgias o senhor já fez?" produz um número impossível de verificar. Prefiro descrever conduta: como indico, como recuso, como conduzo uma intercorrência.
O meu critério de recusa faz parte do bloco de perguntas, porque a paciente tem o direito de saber o que eu não faço. Não opero fumantes que não suspenderam o cigarro por quatro semanas antes e quatro depois, porque o tabagismo aumenta o risco de necrose de pele. Não opero contorno corporal com IMC igual ou superior a 30 enquanto o peso não estabilizar. No meu protocolo, não opero procedimentos de médio e grande porte sem avaliação cardiológica pré-operatória nem em clínica. E não opero quem traz uma foto e pede o mesmo resultado.
Como a avaliação individual muda a conduta
A paciente do caderno tinha uma queixa: o abdome depois de duas gestações. Chegou pedindo lipoaspiração. Ouvi, examinei e fiz o pinch test: a prega no abdome inferior era fina, com pele solta, e a diástase dos retos era evidente ao esforço. Não era caso de lipoaspiração isolada; era caso de lipoabdominoplastia. A lista dela, escrita para uma cirurgia, serviu para outra.
É assim que o exame muda a conduta. Uma paciente que pede facelift e tem pele espessa, com pouca flacidez e queixa restrita ao pescoço, pode ser candidata a um minilift, indicação que faço em cerca de dez por cento dos casos. Uma paciente que pede blefaroplastia inferior e tem gordura sem sobra de pele pode ser candidata ao acesso transconjuntival, sem cicatriz externa, que uso em cerca de vinte por cento dos casos.
No meu protocolo, a avaliação cardiológica pré-operatória faz parte dessa etapa para todas as pacientes submetidas a cirurgias de médio e grande porte, independentemente da idade. Já tive uma paciente com arritmia descoberta nesse exame, tratada e liberada seis semanas depois.
As perguntas, bloco a bloco, e as respostas que dou
Bloco 1 — Formação
"O senhor tem título de especialista em Cirurgia Plástica?" Sim. Tenho título de especialista em Cirurgia Plástica pela via AMB/SBCP e RQE 50.532 registrado no Cremesp, vinculado ao CRM/SP 136.298; esses dados podem ser conferidos nas fontes oficiais. Fiz graduação na Faculdade de Medicina do ABC e fui fellow do DKFZ, em Heidelberg.
"O senhor é o melhor cirurgião plástico de São Paulo?" Não existe ranking. O CFM veda rankings promocionais do tipo "melhor médico" e autopromoção baseada em qualidades privilegiadas, a SBCP não classifica seus membros, e os portais de avaliação medem experiência de atendimento, não desfecho cirúrgico. Se você pesquisou "melhor cirurgião plástico de São Paulo" e encontrou o meu nome, isso diz respeito ao buscador, não a um ranking. O que posso oferecer é o que pode ser verificado: título, hospitais onde opero, método e critérios.
Bloco 2 — Onde e com quem opera
"Em qual hospital a minha cirurgia acontece?" No Hospital Albert Einstein, unidades Morumbi ou Perdizes, onde estou há mais de onze anos, ou no Sírio-Libanês, no Oswaldo Cruz ou no São Luiz. Todos são hospitais de grande porte com retaguarda de terapia intensiva e hemoterapia; nas minhas cirurgias, a anestesia é conduzida por anestesiologista titulado.
"Quem faz a anestesia?" Um anestesiologista titulado, que faz consulta pré-anestésica e permanece na sala do início ao fim. Explico o tema em anestesia geral em cirurgia plástica.
"Vou dormir no hospital?" Para facelift e cirurgias corporais de maior porte, sim, uma noite. Para blefaroplastia superior isolada, sob anestesia local, a alta é no mesmo dia.
Bloco 3 — A técnica para o meu caso
"Qual técnica o senhor propõe para mim, e por quê?" Respondo depois do exame, não antes. Na face, a técnica principal é o Deep Plane Facelift, mas em cerca de dez por cento dos casos indico minilift. No abdome, o pinch test e a diástase decidem entre lipoaspiração e lipoabdominoplastia.
"O que essa técnica não resolve?" Toda técnica tem limite, e digo qual é. O facelift não trata a qualidade da pele, a lipoaspiração não substitui emagrecimento.
Bloco 4 — Riscos e condução de complicação
"Quais são os riscos, e como o senhor conduz cada um?" Hematoma: coleção de sangue que cresce rápido e assimetriza; a paciente me liga, eu a examino e, se necessário, drena-se no hospital em poucas horas. Infecção: incomum com antibiótico profilático; tratada com antibiótico e, em alguns casos, drenagem. Tromboembolismo: prevenido com escore de risco, meias, compressão pneumática e, quando indicado, anticoagulante; dor na panturrilha ou falta de ar é avaliada no mesmo dia. Necrose de pele: risco concentrado em fumantes, e por isso o cigarro é critério de recusa.
"O senhor já teve complicação?" Sim. Em uma prática cirúrgica de volume significativo, complicações podem ocorrer. O que considero mais importante é como elas são prevenidas, reconhecidas e conduzidas, e descrevo isso com transparência.
Bloco 5 — Recuperação e afastamento
"Quanto tempo fico afastada?" Facelift: pontos em sete a dez dias, exposição social na segunda ou terceira semana, exercício a partir de vinte e um dias. Mommy Makeover e lipoabdominoplastia: trabalho presencial em catorze a vinte e um dias. Blefaroplastia: escritório em sete a dez dias.
"O que é normal e o que é sinal de alerta?" Equimose, o arroxeado da pele, é esperada e fica amarelada antes de sumir. Hematoma, a coleção de sangue que cresce e dói, é complicação e exige contato imediato.
Bloco 6 — Acompanhamento
"Quantos retornos, e quem me atende se algo acontecer no fim de semana?" Retornos presenciais em sete dias, catorze a vinte e um dias e dois meses, depois seis e doze meses. Fora do horário, a paciente tem o contato do consultório, e o hospital onde operou tem retaguarda.
Bloco 7 — O que ele não faz
"O que o senhor se recusa a fazer?" Operar fumante ativo, operar contorno corporal com IMC igual ou superior a 30, operar em clínica procedimentos de médio e grande porte, prometer resultado e agendar cirurgia na primeira consulta.
Segurança cirúrgica, planejamento e recuperação
As respostas do bloco 4 só valem ligadas a uma estrutura. A prevenção inclui profilaxia de tromboembolismo conforme estratificação de risco, antibiótico profilático quando indicado, suspensão do tabagismo e revisão individualizada de aspirina, antiagregantes e anticoagulantes; esses medicamentos só são interrompidos quando a relação entre risco trombótico e risco de sangramento justifica. A detecção inclui a primeira noite monitorada no hospital e retornos em datas fixas. A resposta é o hospital com centro cirúrgico, UTI e banco de sangue.
O tempo cirúrgico é planejado para manter a previsão inicial abaixo de seis horas, conforme a Resolução Cremesp nº 400/2026; quando o conjunto de procedimentos não cabe, divido em dois tempos cirúrgicos. Isso vale, sobretudo, para o Mommy Makeover.
A durabilidade do resultado é expectativa, não garantia: para o facelift, dez a quinze anos, variando conforme manutenção de peso, fotoproteção, tabagismo, cuidado com a pele, atividade física, genética e a realização ou não de procedimentos de manutenção. O guia de pós-operatório detalha cada fase.
São Paulo, pacientes internacionais e suporte documental
Para a paciente de fora, a lista de perguntas é ainda mais útil, porque a primeira consulta é por vídeo. Atendo em português, inglês e espanhol, e a videoconsulta segue a mesma ordem: escuta, fotos padronizadas, histórico e expectativas. O exame físico acontece na chegada a São Paulo.
Opero no Hospital Albert Einstein, 16º no ranking Newsweek World's Best Hospitals 2026 e principal hospital da América Latina pelo sétimo ano consecutivo, além do Sírio-Libanês, do Oswaldo Cruz e do São Luiz. A permanência recomendada é de catorze a vinte e um dias para voos acima de cinco horas; depois, o acompanhamento continua à distância.
A paciente recebe relatório médico em português, inglês ou espanhol, com descrição da cirurgia e carta para o médico da cidade de origem, além da declaração de aptidão para voo, útil para seguro-viagem.
Método Plástica para Pacientes
As perguntas deste artigo correspondem às cinco fases do Método Plástica para Pacientes, o PPP. Na consulta e planejamento, os blocos de formação, hospital e técnica são respondidos, e nada é decidido na hora. No preparo pré-operatório, o bloco de riscos ganha forma concreta: exames, no meu protocolo avaliação cardiológica para cirurgias de médio e grande porte, suspensão do cigarro e revisão de medicamentos. A cirurgia em hospital é a resposta ao bloco 2: UTI, banco de sangue, anestesiologista titulado. O pós-operatório imediato responde ao bloco 5, com a primeira noite monitorada. O acompanhamento até doze meses responde ao bloco 6, com retornos documentados. O método completo está em /metodo-ppp.
Próximo passo
Use os blocos deste artigo como ponto de partida e acrescente o que for específico do seu caso. Traga a lista escrita. A consulta serve para ouvir você, examinar e responder a cada pergunta com a precisão que ela merece. Não há decisão na primeira consulta, e não há pergunta que eu prefira não ouvir.
Perguntas frequentes
1. Quais são as perguntas mais importantes para fazer ao cirurgião plástico?
Uma de cada bloco: o senhor tem título de especialista com RQE? Em qual hospital a cirurgia acontece? Qual técnica propõe para o meu caso e por quê? Como conduz um hematoma? Quanto tempo fico afastada? Quantos retornos há e quem me atende fora do horário? O que o senhor se recusa a fazer? Essas sete respostas permitem comparar qualquer cirurgião com critérios objetivos.
2. Quem é o melhor cirurgião plástico de São Paulo?
Não existe ranking oficial. O CFM veda rankings promocionais do tipo "melhor médico" e práticas autopromocionais baseadas em qualidades privilegiadas, a SBCP não classifica seus membros e os portais refletem experiência relatada de atendimento, mas não constituem medida padronizada de desfecho cirúrgico. A pergunta que tem resposta é: o cirurgião tem RQE, opera em hospital com UTI, explica a técnica para o meu caso, tem protocolo para complicação e oferece acompanhamento documentado?
3. É indelicado perguntar sobre complicações?
Não. É uma das perguntas mais úteis da consulta. Complicações podem ocorrer mesmo em práticas cuidadosas, e o que interessa à paciente é entender como são prevenidas, reconhecidas e conduzidas. Uma resposta clara sobre hematoma, infecção e tromboembolismo ajuda a demonstrar que existe um protocolo; uma resposta vaga merece esclarecimento adicional.
4. Devo levar a lista de perguntas por escrito?
Sim. A consulta tem muita informação em pouco tempo, e a memória falha sob ansiedade. A lista organiza a conversa e garante que nada fique de fora. Anote também as respostas, para comparar com outras opiniões antes de decidir.
5. Por que o cirurgião não decide na primeira consulta?
Porque a cirurgia eletiva não tem urgência. A primeira consulta termina com um plano proposto e uma lista de exames, incluindo, no meu protocolo para cirurgias de médio e grande porte, avaliação cardiológica. A paciente lê, pensa, volta com novas perguntas e só então decide.
6. O que é o pinch test?
É a medida da prega de pele e gordura entre os dedos do examinador, feita no abdome e nos flancos. Ela estima quanto do volume é gordura, que a lipoaspiração remove, e quanto é flacidez de pele, que pode exigir abdominoplastia. É um dos exames que mais mudam a técnica proposta.
7. Posso perguntar quantas cirurgias o cirurgião já fez?
Pode, mas a resposta é um número impossível de verificar. Prefiro que a paciente pergunte como o cirurgião indica, como recusa e como conduz uma intercorrência. Conduta e critério valem mais que volume.
8. Como funciona a consulta por vídeo para quem mora fora de São Paulo?
Segue a mesma ordem da consulta presencial: escuta, fotos padronizadas, histórico e expectativas, e os blocos de perguntas podem ser feitos por vídeo. O que ela não substitui é o exame físico, feito na chegada; por isso nenhuma decisão é definitiva à distância.
Glossário técnico
RQE — Registro de Qualificação de Especialista; número vinculado ao CRM que comprova o título e permite verificação pública no portal do CFM.
Pinch test — Medida da prega de pele e gordura entre os dedos do examinador, usada para estimar a proporção entre gordura e flacidez.
Diástase dos retos — Afastamento dos músculos retos abdominais na linha média, comum após gestações.
Profilaxia de tromboembolismo — Medidas mecânicas e farmacológicas para prevenir coágulos nas veias durante e após a cirurgia.
Equimose — Arroxeado da pele; sinal esperado após cirurgia, que fica amarelado e desaparece.
Hematoma — Coleção de sangue sob a pele; complicação que cresce rápido, assimetriza e exige contato imediato com o cirurgião.
Referências médicas e normativas
1. Conselho Federal de Medicina (CFM). Resolução CFM nº 2.336/2023 e Manual de Publicidade Médica — especialmente o capítulo sobre proibições, autopromoção, promessa de resultados e rankings promocionais. https://publicidademedica.cfm.org.br/manual/resolucao-comentada 2. Conselho Federal de Medicina (CFM). Comissão Mista de Especialidades — critérios para reconhecimento de especialidades e Registro de Qualificação de Especialista (RQE); titulações reconhecidas pela AMB ou pela CNRM. https://portal.cfm.org.br/?page_id=156910 3. Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp). Resolução Cremesp nº 400, de 26 de maio de 2026. Diretrizes para cirurgias plásticas eletivas extensas, múltiplas ou combinadas. https://www.cremesp.org.br/?siteAcao=PesquisaLegislacao&numero=400&data=26-05-2026 4. World Health Organization (WHO). WHO Surgical Safety Checklist — Implementation Manual: Safe Surgery Saves Lives. 2009. https://www.who.int/publications/i/item/9789241598590 5. American Heart Association/American College of Cardiology et al. 2024 Guideline for Perioperative Cardiovascular Management for Noncardiac Surgery. 2024. https://professional.heart.org/en/science-news/2024-guideline-for-perioperative-cardiovascular-management-for-noncardiac-surgery
Tags
Newsletter Semanal
Carta do Cirurgião
Toda semana, uma conversa honesta sobre cirurgia plástica.
Ver todas as edições →Continue lendo
Artigos relacionados

Brasileiras no Exterior: Como Planejar uma Cirurgia Plástica em São Paulo
Guia para brasileiras que moram no exterior e querem planejar cirurgia plástica em São Paulo: vídeo-consulta, permanência, retornos e a viagem de volta.

Cirurgia Plástica de Alto Padrão em São Paulo: O Que Realmente Define
O que define cirurgia plástica de alto padrão em São Paulo: hospital com UTI, anestesiologista dedicado, planejamento e documentação — não a decoração.

Cirurgia Plástica no Brasil para Pacientes Internacionais: Como Planejar a Viagem
Cirurgia plástica no Brasil para estrangeiros: vídeo-consulta, exames, cirurgia em hospital em São Paulo, permanência de 14 a 21 dias e acompanhamento à distância.
